27 abril 2008

A Manhã de 27-04-2008

Manhã de 27 de Abril de 2008
Este foi um pequeno almoço difícil.
Depois do esgotamento físico devido ao jogo e devido à festa que nos foi proporcionada na noite anterior o pessoal estava um pouco acabrunhado.
Levantar e tomar banho às 07.00 horas da manhã foi um pouco aterrador.
Depois de alguma reflexão interior tivemos de descer as escadas e tomar um pequeno almoço reconfortante. Estava tudo muito...
Até que se ouviu " Parecem uns chernes com quinze dias de gelo "... e a partir deste momento tivémos de arregaçar a pestana.
Após o pequeno-almoço dirigimo-nos de carro até aos arredores de Estrasburgo. Depois seguimos de metro até ao centro centro da cidade.
Quando a vertente turística se associou a esta iniciativa desportiva, descobrimos uma região fascinante, a Alsácia, e uma cidade onde se sente verdadeiramente a Europa, Estrasburgo. (Strass+Berg=A Terra das Estradas).
“Nesta cidade, as pessoas nunca cansam a vista”, declarou, num certo dia, o arquitecto Le Corbusier.

Para além do francês, ouvem-se várias línguas pelas ruas, sobretudo o alemão, fruto da sua proximidade geográfica com a Alemanha.
A hora do passeio estava próxima e o pessoal teve de acelerar para ir dar um passeio fantástico num barco tipo "bateau mouche".
Nem sempre foi como o guia queria. O pessoal tinha de parar para descansar e para tirar umas fotografias. Todos os meninos de Alcácer do Sal queriam uma foto para a posteridade... Tal era a beleza da cidade que visitavam.
Passea, de barco, pelos canais do Ill e dos seus sistemas elevatóriodos foi ...
... ver o sotão onde Richard Wagner compôs o "Ouro do Reno";
... ver uma das óperas onde Wagner triunfou;
... passar por pontes, pontes, pontes, pontes;
... passear na terra onde foi composta "A Marselhesa" e para além de todos estes bairros antigos destacou-se o bairro europeu onde estão sedeadas as instituições da União Europeia, destacando-se o Parlamento Europeu, o Conselho da Europa e o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
No barco o passeio era guiado e traduzido em várias línguas através de um sistema de auscultadores.
Bem sentadinhos lá nos iamos regalando com a paisagem. «Magnifique».
Foi um passeio muito... fascinante. E todos ficaram contentes, todos ficaram relaxados com a beleza desta grandiosa cidade.
E é óbvio que o nosso Zé Miguel, apesar de se encontar em contenção verbal, arranjou mais uma vez companhia feminina.
Neste caso particular até teve sorte... como se pode conferir na imagem a senhora aparenta ter menos de oitenta anos. Este é um estilo de vida saudável... fala, fala, fala... e não tem de fazer nada. E o tempo lá ia passando.
E não houve muita conversa já que as tropas queriam descanso.
Após o passeio ainda deu para ir a pé e ver que a zona histórica, muito bem conservada. Nesta, destaca-se a magnífica Catedral de «Nossa Senhora de Estrasburgo», com uma fachada de 142 metros de altura.
E foi nesta praça que aproveitámos para comprar souvenirs, casinhas tradicionais, postais e ouvir mais umas histórias.
Se tivessemos um pouco mais de tempo podiamos ter ido ver o grande Relógio Astronômico da Catedral, construído em 1547 pelos melhores relojoeiros suíços da época.
Este relógio, que hoje conta com o auxílio de um computador, exibe uma procissão de bonecos dos apóstolos que caminham diante de Jesus Cristo. Depois, o galo canta, lembrando o episódio de Pedro negando Cristo por três vezes. E, a cada quarto de hora, um cortejo representando as quatro fases da vida (infância, juventude, maturidade e velhice) desfila diante da representação da morte.
A praça Gutenberg e o seu carrossel também foi uma boa atração turística.... mas o grupo teve de correr para a adega que nos ia dar uma «Prova de Cervejas».
Um bar espectacular onde para além da biére sobre a manhã comemos bretzels uns paezinho salgadiços que nos refrescaram a alma.
Depois de muita conversa e muita marca de cerveja lá fizemos o percurso inverso até Mutzig.
Com o relógio a andar e a barriguinha a dar horas acontece que já foi bastante tarde que fomos almoçar.
Deste almoço e do que aconteceu falaremos na próxima crónica.

Sem comentários: