03 março 2008

A descrição da vitória - vista pelos adversários


Local - Complexo Desportivo do Real Sport Clube

Data - 01 de Março de 2008

Real Sport Clube
Chico, Rafael, Fernando “Careca (cap.), Fernando Costa, Berto, Barreto, Cali, Daniel, Pedro Domingos, Rupa, João Pedro

Jogaram ainda
Mendes, Luís Neves, José “Borras”, Alves


Alcácer do Sal
Zé Carlos, Zé Leitão, Luís Baião, Vítor Santos, Zé Marques, Jorge Rocha, Madeira, João Luís, João Campos, Manuel Heleno, António Semião (cap.)

Jogaram ainda
Fernando Tavares, Joel Dimas, Genivaldo, Elídio Afonso, Hermano

Treinador: Zé Andrade Lima

Marcha do marcador
0 - 1
Alcácer do Sal (António Semião)
Intervalo
0 - 1

NO APROVEITAR ESTÁ O GANHO...
Jogo nº 19, disputado no campo nº2 (Relvado sintético) do Complexo Desportivo do Real S. C… Jogo disputado contra a equipa do Alcácer do Sal que já no jogo em sua casa tinha demonstrado ser uma equipa equilibrada e muito organizada, daí já antevermos algumas dificuldades…
O jogo começou equilibrado, com o Alcácer a tentar exercer maior domínio na partida através da sua qualidade na posse de bola ao que o real tentava responder com um futebol mais directo para as alas, mas que não resultava porque nunca conseguiu o real fazer chegar muita gente á frente, atacando com poucos homens e por isso raramente levando perigo á área do Alcácer. O jogo seguia apesar disso numa toada de equilíbrio, quando a historia se repete, mais um golo oferecido, numa má reposição de bola com os pés do guarda-redes Chico, que a colocou nos pés do avançado da equipa da margem sul que com serenidade só teve de empurrar a bola para a baliza. Reagiu o Real mas sem conseguir criar lances de perigo e foi até a equipa do Alcácer que criou a melhor oportunidade para aumentar o placar só evitado por uma boa intervenção do guarda-redes do Real.
Segunda metade, bem diferente. O Alcácer em vantagem desceu as suas linhas, defendeu quase sempre com 9 homens, deixando apenas dois homens na frente, rápidos e agressivos. O Real pressionou, só se jogava praticamente em meio-campo e conseguiu criar duas oportunidades flagrantes para empatar a partida. O Alcácer com uma excelente organização defensiva e mal recuperava a bola fazia lançamentos longos para os seus avançados, tentando aproveitar o balanceamento ofensivo do Real e o facto da equipa da casa jogar na sua defensiva homem a homem e até às vezes em inferioridade numérica. Em alguns desses lances podia o Alcácer ter acabado com o jogo, o que não sucedeu mantendo-se a incerteza do resultado até ao final. Bom jogo, nem sempre bem jogado, mas com muita entrega e bom ritmo que acabou por premiar a equipa que na primeira parte soube aproveitar os erros do adversário e na segunda soube defender mostrando humildade e carácter. O Real tem pecado pela falta de paciência no seu jogo, fazendo em largos períodos do mesmo um futebol algo precipitado que muitas vezes não aproveita a qualidade dos seus elementos.
Agradecer ao Nãnã, ao José Janelas, ao José “Borras e ao Tó Mané pela sua disponibilidade para arbitrarem o jogo, o grupo e o seu espírito também é isto…
Uma terceira parte agradável como aliás vem sendo hábito…Até breve…

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