11 março 2015

Constatações finais:

Estivemos em Amesterdão, Holanda, durante três dias. Apesar de ter acontecido muita coisa, de termos visto «muitos monstros», viemos muito cedo.
No final da missão devemos salientar o seguinte:
- Mesmo com uma cunha, muito grande, ao Mister Zé Lima, o Rui Torres não é uma opção para ponte de lança;
- A comunidade portuguesa de Amesterdão, pelo carinho com que nos receberam, merecem todo o nosso respeito e simpatia;
- A dança do copo, do Madeira, não funciona em Amesterdão;
- Alguns dos nossos praticantes já sabiam de cor os horários dos autocarros;
- O melhor café de Amesterdão, uma verdadeira maravilha em sabor e aroma, está no Café Dijk, 12º, na Molen Steeg;
- O quarto do Zé Manel parecia um «Armazém do Bacalhau»;
- O Joaquim Quintas, habituado às cheias de Santa Catarina, levou o motor hidráulico, para tirar água, durante toda a noite;
- Se querem tomar o pequeno almoço os praticantes têm de se levantar antes das 10H30;
- É sempre muito importante que a Cristina, mulher do mister, acompanhe a equipa para estas deslocações;
- E finalmente: se queres que o João Campos faça exibições brilhantes, a Marta tem de lhe fazer companhia!

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